O Partido da Imprensa Golpista é realmente lamentável. Abandonou a muito tempo o jornalismo para tratar de picuinhas, fofocas e factóides.
Procurei a cobertura da UOL sobre a Dilma Rousseff na ONU, esperava encontrar algo sério, mas o que encontrei foi isso:
Dilma desfila estilista gaúcha em Nova York
A presidente Dilma Rousseff não sucumbiu aos estilistas internacionais e se manteve fiel à gaúcha Luisa Stadtlander nos modelitos que desfila durante a jornada em Nova York.
Para o encontro com Barack Obama, Dilma optou por um conjunto de calça e casaco preto e cinza com aplicações de renda.
Na abertura da Assembleia Geral da ONU, nesta quarta-feira, Dilma usará saia. Ela é a primeira mulher a discursar na abertura dos trabalhos nas Nações Unidas.
Luisa cuidou do figurino de Dilma na campanha e também foi a responsável por idealizar o vestido pérola que ela usou na posse. Foi dela, ainda, o vestido azul que a presidente usou no casamento da filha, Paula.
Dilma também contará com o cabeleireiro Celso Kamura para se pentear para seu discurso na ONU.
Ele está em Nova York para pentear a apresentadora Angélica, que participará de uma homenagem ao marido, Luciano Huck, e aproveitará para reforçar o laquê para armar o topete de Dilma em seu principal compromisso internacional até agora.
Qual importância disso diante do discurso de Dilma?
Crise econômica
“Com sacrifício, mas com discernimento, mantemos os gastos do governo sob rigoroso controle, a ponto de gerar vultoso superávit nas contas públicas – sem que isso comprometa o êxito das políticas sociais, nem nosso ritmo de investimento e de crescimento. Estamos tomando precauções adicionais para reforçar nossa capacidade de resistência à crise, fortalecendo nosso mercado interno com políticas de distribuição de renda e inovação tecnológica”, informou.
Conselho de Segurança
“O mundo precisa de um Conselho de Segurança que venha a refletir a realidade contemporânea; um Conselho que incorpore novos membros permanentes e não-permanentes, em especial representantes dos países em desenvolvimento”.
Palestina
“O Brasil já reconhece o Estado palestino como tal, nas fronteiras de 1967, de forma consistente com as resoluções das Nações Unidas. Assim como a maioria dos países nesta Assembleia, acreditamos que é chegado o momento de termos a Palestina aqui representada a pleno título”.
Clima
“Apresentamos uma proposta concreta, voluntária e significativa, de redução [de emissões] durante a Cúpula de Copenhague, em 2009. Esperamos poder avançar já na reunião de Durban, apoiando os países em desenvolvimento nos seus esforços de redução de emissões e garantindo que os países desenvolvidos cumprirão suas obrigações, com novas metas no Protocolo de Quioto, para além de 2012.”





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