Posts com Tag ‘FHC’

Ontem, nos Estados Unidos, Lula, se reuniu com Michael Greenspon, diretor-geral do serviço de notícias do New York Times. Eles fecharam contrato para uma coluna mensal do ex-presidente, que será distribuída pela agência do New York Times. A coluna tratará de política e economia internacional, e de iniciativas para o combate à fome e à miséria no mundo.

 

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Em artigo, ex-presidente condena a concessão de 100 mil bolsas ao exterior a estudantes brasileiros, num programa que é um dos xodós da presidente Dilma: “uma profusão de bolsas, um menoscabo da capacidade universitária já instalada e o envio ao exterior de muitos que nem sequer conhecem bem a língua do país onde vão estudar”; programa é usado como exemplo da profusão de “projetos grandiosos” e “discursos grandiloquentes”

 

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/98199/FHC-critica-programa-Ci%C3%AAncia-sem-Fronteiras.htm

 

 

 

 

do Viomundo – O que você não vê na mídia

 

Nos dois governos Fernando Henrique Cardoso, o PSDB comandou o maior processo de privatização e entrega do patrimônio nacional na história do país. Foram mais de vinte e cinco empresas públicas vendidas a preço de banana, em benefício dos setores privados e do capital internacional.

Segundo o jurista Fábio Konder Comparato, os responsáveis por este processo deveriam ser “condenados à indignidade nacional” por crime de lesa-pátria.

O jornal Brasil de Fato reuniu os principais elementos de denúncia do livro Privataria Tucana, e elaborou uma edição especial para popularização das denúncias.

Nas eleições municipais deste ano em São Paulo, este projeto neoliberal está representado na candidatura Serra. Na época Ministro de FHC, Serra chefiou pessoalmente o Plano Nacional de Desestatização.

É necessário derrotar o PSDB e acabar com a dominação política dos tucanos em São Paulo!

Por isso, a Consulta Popular, o Jornal Brasil de Fato e movimentos sociais estão convocando uma grande Panfletagem contra a Privataria Tucana na segunda (23/07), a partir das 16 horas, na Praça Ramos.

Data: segunda (23/7), das 16h às 20h
Concentração: Praça Ramos

Compareça! Traga suas bandeiras! Vamos dar um basta ao PSDB e a Serra!

Levante Popular da Juventude
Brasil de Fato
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)
Consulta Popular
Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB)

do Viomundo – O que você não vê na mídia

por Rogério Tomaz Jr., site do PT na Câmara

O PSDB plagiou um projeto do PT e o apresentou na forma de emenda a uma medida provisória (MP 563/12) que fortalece o Plano Brasil Maior, aprovada na sessão da Câmara de segunda-feira (16). O líder tucano na Câmara reconheceu a autoria do projeto, mas o portal oficial do partido omitiu esta informação em notícia publicada nesta terça-feira (17), sob o título “PSDB zera imposto da cesta básica”.

O projeto de lei (PL 3154/12), de autoria do deputado Paulo Teixeira (PT-SP), em conjunto com o líder da Bancada do PT, deputado Jilmar Tatto (SP), e com outros sete deputados petistas, isenta de impostos os alimentos da cesta básica. O PL foi apresentado juntamente com a proposta de criação do Imposto sobre as Grandes Fortunas (IGF), que tramita na Câmara na forma do PLP 130/12.

Paulo Teixeira se disse satisfeito com a aprovação do projeto, mas lamentou que o PSDB não tenha dado o crédito ao PT no seu portal. “Sem dúvida, estamos felizes com a aprovação do projeto, que terá um impacto positivo muito grande para a população brasileira, especialmente para as parcelas de renda mais baixa.

Mas seria importante que o PSDB reconhecesse em seus meios de comunicação que a proposta é do PT e que tem a marca da nossa história de luta em favor dos direitos básicos da sociedade brasileira”, afirmou o parlamentar paulista. Na apresentação da emenda, já no final da sessão, Bruno Araújo assumiu que o projeto era do PT.

“Tenho a honra de ser o autor dessa emenda. Mas precisamos ser justos: nada mais fiz do que reproduzir um projeto de lei assinado pelo líder do PT, Jilmar Tatto, e pelos deputados petistas Paulo Teixeira e Ricardo Berzoini (SP)”, revelou Araújo. Esse “detalhe”, até as 19h desta terça, não constava na notícia publicada pelo PSDB (clique aqui).

Além de Paulo Teixeira, Jilmar Tatto e Ricardo Berzoini, o PL 3154/12 é assinado pelos deputados petistas Amauri Teixeira (BA), Assis Carvalho (PI), Cláudio Puty (PA), José Guimarães (CE), Pedro Eugênio (PE) e Pepe Vargas (RS), atual ministro do Desenvolvimento Agrário.

PS do Viomundo: Virou moda no PSDB se apropriar de projetos alheios.

Como o Viomundo já havia mostrado,  José Serra assumiu como dele e do PSDB o Programa Nacional de DST-Aids (criado pela doutora Lair Guerra e pelo professor Adib Jatene) e os medicamentos genéricos(cujo verdadeiro pai foi o doutor Jamil Haddad, ex-ministro da Saúde). Depois se apropriou de slogan do logo da Suécia, slogan da Dilma e “tchu-tcha” de dupla.

Nessa semana, em entrevista de Gianni Carta, de CartaCapital, o economista Nildo Ouriques disse que FHC plagiou intelectuais banidos pela ditadura, entre os quais Rui Mauro Marini.

Agora, passou a mão no projeto do PT. Qual será a próxima apropriação indébita, hein?

 

Altamiro Borges:

No covil do império, bem ao seu gosto, o ex-presidente FHC atacou nesta terça-feira (10) o ingresso da Venezuela no Mercosul, argumentou que não houve golpe no Paraguai e criticou a exclusão dos golpistas do bloco de integração sul-americana. Fernando Henrique Cardoso foi a Washington receber o Prêmio Kluge de US$ 1 milhão da Biblioteca do Congresso dos EUA em “reconhecimento à sua obra acadêmica”.

Por Altamiro Borges, em seu blog
Em entrevista coletiva, FHC afirmou que “não houve arranhão à Constituição paraguaia” no impeachment sumário de Fernando Lugo e que a deposição seguiu as normas democráticas. “Você pode discutir se houve ampla liberdade de defesa. Quem discute isso? As cortes paraguaias. O limite entre você manter a regra do jogo e a ingerência é delicado”.

O ex-presidente tucano ainda afirmou que a política da Dilma de proteger a indústria nacional é um “protecionismo” absurdo, esquecendo que em seu governo a indústria foi praticamente destruída pelo câmbio falso.

Para o partidário do “alinhamento automático” do Brasil aos EUA, a decisão do Mercosul de suspender o Paraguai foi um erro. “É sempre ruim tirar um presidente rapidamente. Mas daí a fazer uma sanção sobre o Paraguai vai uma distância grande… Mais delicada ainda é a aceitação da Venezuela, independentemente de valer a pena ou não, sem que o Paraguai esteja”.

As declarações de FHC devem ter agradado os falcões do império e os golpistas do Paraguai. Elas foram dadas no mesmo dia em que a Organização dos Estados Americanos (OEA) divulgou relatório concluindo que a deposição de Lugo se deu “estritamente conforme o procedimento constitucional”. Como se observa, os serviçais do império não morrem de amores pela democracia!

Flavio Lomeu (@Porra_Serra_):

Fernando Henrique Cardoso foi o vencedor do Prêmio John W. Kluge, concedido pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. FHC, por email, escreveu que recebeu a notícia do prêmio com “surpresa e satisfação” e explanou o motivo da premiação. Para ele, foi graças a “coerência entre o que escrevi e minha ação política“. É curiosa tal afirmação, pois ao ser perguntado, durante seu governo, o porquê de não colocar em prática o que ele havia escrito, em suas obras acadêmicas, ele deu a seguinte resposta: “esqueçam tudo o que escrevi”.

Cabe perguntar: o prêmio de 1 milhão de dólares que o FHC recebeu foi por obra acadêmia ou por serviços prestados aos EUA?

de Paulo Moreira Leite

Os petistas se divertiram com as denúncias da “Privataria Tucana,” livro de Amaury Ribeiro Jr,  mas poderiam prestar atenção ao que acontece nos dias de hoje.  A privataria continua pesando em nosso bolso.

Estou falando do valor das nossas contas telefônicas, entre as mais caras do planeta. É uma herança direta.

Conforme o Valor Econômico, o minuto médio da ligação telefônica custa US$ 0,24 no Brasil, o que só se compara com Nigéria e África do Sul, mas não tem relação com a Índia (U$ 0,01) nem com a China (U$ 0,03), tampouco com a Rússia e o México (U$ 0,05) ou a Espanha (U$0,21).

O brasileiro paga uma tarifa caríssima e isso não tem a ver com aquela permanente denúncia da turma do impostômetro.

A questão é que as empresas de telefonia dispõem de uma verdadeira benção financeira chamada VUM (Valor de Uso de Rede Móvel), que é a tarifa que uma operadora paga quando precisa enviar ligações para a rede de outra.

É um item de peso imenso na composição da tarifa e nada menos do que 35% da receita das operadoras vem daí.

Garante uma lucratividade tal que o Brasil tem uma imensa rede de usuários, que pouco usam seus aparelhos celulares – pois a conta pode ficar caríssima. Nada menos que 82% dos usuários usam telefones pré-pagos e maioria não faz ligações, só recebe.

Outra distorção é que as telefônicas também bloqueiam o uso de recursos modernos, tipo Skype,  que poderiam fazer muito bem ao bolso do usuário.

O valor da tarifa de interconexão brasileira varia entre R$ 0,40 e R$ 0,025. Ela foi criada logo após a privatização, como um recurso extra para ajudar empresas que já tinham até usado moedas podres para embolsar um negocio promissor e lucros comprovadamente rápidos.

Conforme a Lei Geral de Telecomunicações, deveria ter sido reduzida a partir de 2002, o que já aconteceu em vários países, onde foi eliminada ou bastante reduzida. Na Alemanha, por exemplo, a redução foi de 70%.

Por uma decisão da Anatel, haverá apenas uma redução gradual no valor das chamadas que tem origem num telefone fixo, mas a conta seguirá salgadíssima. Se hoje o minuto para uma ligação de pré-pago é 38 vezes superior ao que se paga na Índia, dentro de três anos a distancia até será reduzida, mas permanecerá enorme. Será de 28 vezes.

Vamos combinar que seria possível fazer mais, concorda?