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“STJ nega pedido de Beto Richa para suspender investigação na Receita” Por que o governador do PSDB quer interromper investigação contra corrupção? Porque a família dele está no comando O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), está no centro de um escândalo de corrupção que causou prejuízo de mais de R$ 500 milhões aos combalidos cofres públicos do Estado. Desde janeiro, mais de 20 pessoas foram presas pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) em operações contra corrupção na Receita Estadual de Londrina, fraude em licitação e exploração sexual. Entre os presos estão pessoas do círculo íntimo do governador, entre eles o primo de Beto Richa, Luiz Abi Antoun. Empresário e lobista, Luiz Abi foi preso na semana passada sob acusação de ser o cabeça de um esquema de fraude em licitação realizada em dezembro para o conserto de automóveis do governo estadual. Segundo o Ministério Público, a empresa de Abi, que levou R$ 1,5 milhão na licitação, superfaturava o valor dos serviços e peças. Abi é conhecido no Paraná como um discreto e influente operador do governador. Prova de seu poder é uma grande lista de indicados no primeiro escalão do governo paranaense, nas estatais Copel, Sanepar, Celepar e Sercomtel – onde sua esposa é vice-presidente –, e demais órgãos, como a Secretaria de Administração e Secretaria da Fazenda, especialmente na Receita Estadual. A influência de Luiz Abi na Receita Estadual não é coincidência. Segundo o MP, além da fraude em licitação, o primo do governador tucano é o “lastro político” de um grande esquema de corrupção dentro da Delegacia Receita Estadual de Londrina. De acordo com as investigações, um grupo de auditores cobrava propina de R$ 200 mil para dar baixa em dívidas milionárias de empresas, referentes a impostos que deixaram de ser recolhidos. O grupo criou inclusive um “tabelamento” no valor das propinas. Abi tinha a tarefa de proteger o esquema de possíveis investigações e impedir o desmonte e remoção de membros para outras Delegacias da Receita Estadual. Ainda conforme apurou o Gaeco, o líder da quadrilha que agia dentro da Receita Estadual de Londrina era o ex-inspetor geral de fiscalização da entidade, Márcio Albuquerque Lima. Ele teve a prisão preventiva decretada pela justiça na sexta-feira e está foragido. Márcio Lima é parceiro de Beto Richa em corridas de automobilismo. Em dezembro, os dois correram pela mesma equipe a prova das 500 milhas de Londrina. Os escândalos de fraude em licitação e corrupção na Receita Estadual de Londrina foram desmantelados a partir da prisão, em janeiro, do fotógrafo Marcelo Caramori, suspeito de envolvimento em casos de exploração sexual de crianças e adolescentes. Assessor especial do governo do Paraná, Caramori se apresentou como “assessor do governador Beto Richa em Londrina” e mostrou uma tatuagem no braço direito onde se lê “100% Beto Richa”. O governador é figura central no escândalo de corrupção na Receita Estadual. As imagens de Beto Richa com Luiz Abi, Márcio Lima e Marcelo Caramori, em abundância na rede, sugerem que os três não apenas fazem parte do círculo social do governador, mas mantêm relações profundas com ele. http://ift.tt/1Lofnuq

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