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Ex-diretor do setor de DST do Ministério da Saúde detona interventor golpista: “Eu me formei médico em 1972. E digo: nunca vi um ministro da Saúde que assume a pasta e diz logo que vai cortar recursos, que quer reduzir o tamanho do SUS. Pelo contrário, todo ministro assume dizendo que precisa de mais recursos. É o papel do ministro da Saúde lutar por seu ministério. Esses cortes anunciados pelo ministro podem ter implicações em áreas cruciais, como a compra de medicamentos anti-HIV.” O que aconteceu na última Assembleia Geral da OMS, em Genebra, em maio? “Em geral, a delegação brasileira que vai à assembleia é montada de acordo com os temas que serão tratados no encontro. Especialistas naquelas áreas são indicados. Na assembleia deste ano estavam em pauta três temas do meu departamento, a discussão de três estratégias globais da OMS para os próximos cinco anos, sobre DST, aids e hepatites virais. O ministro não pediu indicações e convidou diretamente um técnico em aids, deixando os outros temas descobertos. Quando fomos ver, o grupo era formado por dois senadores, três deputados federais e uma vice-governadora que, casualmente, é a esposa do ministro sem que eles tivessem nenhuma expertise nos temas ou função determinada nas reuniões. Eu entendo que se queira fazer uma delegação mais enxuta para reduzir gastos, mas montar uma delegação com gente que não tem nenhum papel específico ficou esquisito.” http://ift.tt/1XkUJTB

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